terça-feira, 23 de agosto de 2016

Hidroponia Vs. Agrorgânicos


O que é a hidroponia?

Hidroponia é uma palavra de origem grega em que “hidro” significa “água” e “ponos” significa “trabalho”. A agricultura hidropônica é o cultivo de plantas na água através de estruturas verticais de tubos, onde se processa a plantação e o cultivo dos alimentos, sendo que o pH é rigorosamente controlado de modo que tudo aquilo que for semeado atinja o seu desenvolvimento pleno dentro das melhores condições possíveis. Nesse ambiente aquoso, as raízes recebem uma solução equilibrada e dissolvida de nutrientes como fósforo, nitrogénio e potássio, que alimentam e asseguram o desenvolvimento pleno das plantas. Dependendo de cada alimento semeado, é preparada uma solução de acordo com as suas características específicas. O investimento inicial prende-se com a montagem de uma estrutura de tubos com furos, bombas para distribuir a água e estufas. Pode parecer uma técnica de agricultura moderna, mas a verdade é que existem indícios de que já na Antiguidade os povos sumérios utilizavam a hidroponia, tal como os chineses, impulsionadores da agricultura hidropônica há mais de 2 mil anos. (Autor: ColorfulFoxes)

O que são Alimentos Orgânicos



Na agricultura orgânica não é permitido o uso de substâncias que coloquem em risco a saúde humana e o meio ambiente. Não são utilizados fertilizantes sintéticos solúveis, agrotóxicos e transgênicos. O Brasil, em função de possuir diferentes tipos de solo e clima, uma biodiversidade incrível aliada a uma grande diversidade cultural, é sem dúvida um dos países com maior potencial para o crescimento da produção orgânica.

Para ser considerado orgânico, o produto tem que ser produzido em um ambiente de produção orgânica, onde se utiliza como base do processo produtivo os princípios agroecológicos que contemplam o uso responsável do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais, respeitando as relações sociais e culturais.

(MAPA - Min. Agricultura Pecuária e Abastecimento)

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Encerramento da XIV- Semana do Meio Ambiente 2016

Pedágio Distribuição de Mudas e Água e Ecocidadania.

Pedágio Distribuição de Mudas e Água e Ecocidadania.

Pedágio Distribuição de Mudas e Água e Ecocidadania.

Pedágio Distribuição de Mudas e Água e Ecocidadania.

Pedágio Distribuição de Mudas e Água e Ecocidadania.

Modelo Energia Limpa (9º Ano)


Modelo Energia Limpa (9º Ano)

Plantas Medicinais (ArcoKids)

Plantas Medicinais (ArcoKids)

Plantas Medicinais (ArcoKids)

Produção de Mudas para distribuição

Produção de Mudas para distribuição



Cidade Sustentável (6º Ano)



Aula de Campo: Agreste de Pernambuco(Gravatá/Bezerros/Caruaru)

Centro de Artesanato de Pernambuco


Centro de Artesanato de Pernambuco


Museu do Barro: Luiz Gonzaga



Museu do Barro: Luiz Gonzaga


Museu do Barro: Luiz Gonzaga

Cultura Pernambucana


terça-feira, 31 de maio de 2016

Segundo Dia XIV Semana do Meio Ambienmte 2016

Com alteração da programação do 2º dia por conta das chuvas que caíram na segunda feira as atividades como palestra e oficinas movimentaram a Semana do Meio Ambiente no Colégio e Curso Arco.


Concurso de Maquetes( Poluição dos Rios) Geovana Laize- 6ºAno


Concurso de Maquetes( Desmatamento) Izabelly Nathally - 1ª Série Médio

Oficina o Planeta que Quero ( Professora Leilane Elizabeth)

Oficina o Planeta que Quero ( Profª. Leilane Elizabeth)

Palestra  Mudanças Climáticas (Profª. Claudia Ramos) e Alunos do 9º Ano

Palestra  Mudanças Climáticas (Profª. Claudia Ramos) e Alunos do 6ºAno

Oficina Danças (Prof. Sérgio Mariano)

Exposição: Carta da Terra (Profªs. Marcione Araújo e Danielle Ferreira)


segunda-feira, 30 de maio de 2016

XIV - Semana do Meio Ambiente 2016(BECA)

Nesta Segunda-feira(30/05) iniciamos a XIV Semana do Meio Ambiente(BECA), com atividades e oficinas dos ArcoKids.






segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

UNO: Nova agenda - orienta ações para desenvolvimento sustentável nos próximos 15 anos


Decisão histórica adotada por 193 países para transformar o mundo e o planeta entrou em vigor oficialmente na terça-feira (1).




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UNO: Centro Rio+ analisa futuro do Acordo do Clima de Paris

O Centro destacou pontos sobre acordo definido na Conferência do Clima de Paris (COP21), afirmando que a participação das pessoas será fundamental para pôr em práticas os compromissos estabelecidos.

Chamado de Acordo de Paris, o compromisso para evitar o aquecimento global foi adotado na capital francesa em dezembro de 2015. Foto: Flickr/Alexandre Duret-Lutz (CC)


O Centro Mundial Para o Desenvolvimento Sustentável (Centro Rio+), um legado da conferência da ONU sobre sustentabilidade, aRio+20, publicou na segunda-feira (21) uma análise sobre o acordo para a redução do aquecimento global estabelecido por 195 países na Conferência do Clima em Paris (COP21), na França, na primeira semana de dezembro.
Segundo o artigo, há ainda muita incerteza em relação a como os governos vão pôr em prática as medidas estabelecidas no acordo climático. O sucesso do compromisso dependerá de ações inclusivas, que alcancem as pessoas e abordem os desafios do desenvolvimento sustentável.
A análise defende que a participação das pessoas é crucial para levar os governos a honrarem os compromissos assumidos na COP21. De mobilizações em massa, até campanhas de conscientização e de mídias sociais, a participação das pessoas já demonstrou ter um papel determinante para moldar as negociações políticas e multilaterais e seus resultados.
O Centro Rio+ destaca, ainda, que o financiamento é um dos maiores desafios em questão, já que, no acordo final, ficou estabelecido que ao menos 100 bilhões de dólares por ano serão dados para países em desenvolvimento por parte das nações desenvolvidas. Apesar de ser uma grande conquista para os Estados menos ricos, é importante que esses gastos não sejam feitos às custas de outros desafios do desenvolvimento sustentável, como a erradicação da pobreza.
O Centro Mundial chama a atenção para as “perdas e danos”, já que nenhum compromisso financeiro foi determinado especificamente para esta questão. A falta de definição prejudica os países em desenvolvimento, que mais sofrem com estas mudanças. O artigo declarou que é necessário que este ponto seja discutido na COP22, que acontecerá em Marrocos em 2016.

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Fonte: https://nacoesunidas.org/secao/desenvolvimento-sustentavel/